Psycho assume o protagonismo em uma campanha explosiva que melhora o ritmo, a narrativa e o desempenho do clássico da Crytek. Após zerar Crysis, fiquei tão animado que corri para conhecer a sua DLC, Crysis Warhead. Ela se passa durante os acontecimentos do primeiro jogo, porém aqui controlamos o Psycho, companheiro do Nohmad, podemos acompanhar a jornada sobre um outro ponto de vista. O Psycho é um personagem muito mais legal que o Nohmad, ele tem um certo senso de humor, mas também é um cara durão e um pouco mais agressivo. Ele possui o mesmo traje que o Nohmad, então em termos de jogabilidade do personagem, é tudo igual. Porém o grande diferencial aqui é o ritmo do game, que é mais acelerado, são poucos os momentos de calmaria. Há mais perseguições e explosões. Embora ainda seja possível ir na maciota em alguns momentos e pegar todo mundo de surpresa. Há um tipo de inimigo a mais no jogo, o juggernaut. São soldados com armaduras que precisam levar muitas balas de grosso calibre para ...
Entre gráficos revolucionários, bugs frustrantes e combates explosivos, revisitei um dos FPS mais importantes da história. Difícil haver um jogador assíduo de PC que não conhece Crysis. Esse jogo ficou marcado nos anos 2000 como o mais pesado da geração, tão pesado que servia de benchmarking para quem quisesse testar a potência do próprio PC. Quando alguém queria saber sobre a configuração do PC do amigo, perguntava: "mas roda Crysis?" Boa parte da minha carreira como usuário de PC foi com uma máquina fraca para os padrões da época, não podia nem sonhar em rodar Crysis, era simplesmente inalcançável. Tinha que me contentar em contemplar screenshots e ler relatos de quem jogou. Recentemente eu resolvi montar um Retro PC com hardware top dos anos 2000, a ideia era recriar a experiência da época e jogar jogos daquela geração em sua qualidade máxima. A máquina com toda certeza deveria rodar Crysis. E rodou. O enredo de Crysis é simples de início, uma equipe de soldados americano...